Podemos usar o livro como ponte para diversas matérias e assuntos:    
 

Português:

Podemos dizer que Stray tem um grande coração em sentido figurado, por quê?
Um discurso pode ter dois sentidos: aquele de acordo com o dicionário e aquele figurado.
Coração em sentido de acordo com o dicionário significa o órgão que bombeia o sangue para o nosso corpo todo;
E em sentido figurado “bom coração” é aquela pessoa legal, carinhosa, que gosta de ser simpática, de fazer o bem...

 

Inglês:

Stray é uma palavra inglesa que significa perdido (como vimos no item curiosidades, na página 38). Utilizando o nome do personagem, podemos fazer um exercício de incentivação, procurando palavras no texto (em português) e traduzí-las.

 

Biologia:

Como são os ossinhos do dedo mindinho, do polegar, da palma da mão? O aluno coloca uma de suas mãos no papel e a contorna. Em seguida, ele toca seus dedinhos, sentindo os ossos por baixo da pele, e tenta desenhá-los, preenchendo a “mão vazia” que acabou de contornar-desenhar.

Após esse exercício faça uma dinâmica na classe, mostrando que todos nós somos iguais (negros ou brancos, gordos ou magros, altos ou baixos, meninos ou meninas). Todos nós temos um esqueleto, assim como Stray.

Além desta dinâmica podemos fazer muitas perguntas sobre o corpo humano, como por exemplo:

Qual é a função do esqueleto?
As funções mais importantes do esqueleto são: sustentar nosso corpo, dar-lhe forma, proteger os órgãos internos.

As funções mais importantes do esqueleto são: sustentar nosso corpo, dar-lhe forma, proteger os órgãos internos.                                               
            No final do livro do Stray há uma parte só de curiosidades, em que é demonstrado como é um esqueleto real, apontando as partes do sistema digestivo e outras dicas. Na página 39 o narrador diz que não entende por que Stray gosta de sorvete, mas... qual é a dúvida do narrador? Como é que alguém pode não gostar de sorvete?
A dúvida do narrador não é se Stray gosta ou não de sorvete, o narrador tem dúvidas de como é que o Stray pode gostar de sorvetes se ele não tem língua (o órgão que sente o sabor das coisas) e por isso não pode sentir o sabor.

 

Nesse sentido, o professor pode pedir para os alunos descobrirem o que Stray não poderia fazer e o porquê.
Por exemplo, não poderia falar, pois a língua não serve apenas para sentir o sabor das coisas.
Não poderia andar (muito menos pular feito pipoca, como ele fez), pois não tem nenhum músculo, apenas ossos.
Não poderia comer, pois além da falta da língua, ele também não tem estômago (imagine ele tomando suco, molharia todo o chão).

Não poderia ouvir, não poderia fazer xixi ou cocô, não poderia respirar. E muitas outras coisas.