

Assim que o livro STRAY, O ESQUELETO PELADÃO foi lançado em 2004 pela Editora Ícone, o autor Márcio Baptista (Sabugo) e sua equipe de teatro imediatamente iniciaram atividades lúdicas que incrementassem a experiência de leitura, promovendo uma aventura maior no mundo da magia e da criatividade.
Logo se configurou a peça infantil de mesmo nome, que a partir de então passou por várias fases de melhoria de acordo com a contribuição de educadores e respostas do público.
Hoje o espetáculo visita os mais diversos espaços de apresentação, interagindo com crianças e adultos de todas as idades, partilhando alegria, levando a sua mensagem, estimulando a cidadania, despertando interesse e curiosidade sobre o mundo, renovando sempre.
Venha fazer parte desta diversão!
Clique aqui e veja como trabalhar, em sala de aula, com o livro:
Stray,
o esqueleto peladão
Stray é um esqueletinho simpático, sapeca, que se envolve em peripécias engraçadas do cotidiano e encontra apoio e carinho para viver sua jornada.
O que mais lhe faz falta é a convivência com os outros. Na busca por amigos, depara-se com diferentes reações das pessoas à sua aparência, mas continua sua trajetória, envolvendo-se em aventuras.
Embora perceba suas necessidades e desejos, encontra-se com outros seres ainda mais necessitados, como o cachorro perdido, que tenta voltar para casa, e o menino de rua, que não tem nem comida nem roupas.
Stray, ao ajudar a ambos, recebe recompensas inesperadas materiais e não materiais, que, embora não resolvam por completo suas carências, lhe trazem conforto e a sensação de bem-estar.
O livro fala da importância de manter um bom estado de espírito, que embalado por felicidade pode contornar qualquer situação difícil. Através de elementos coloridos, jogos de palavras e linguagem fática, convida o leitor a sonhar e se divertir, e, principalmente, a pensar.
STRAY, O ESQUELETO PELADÃO é, portanto, um livro sensível, educativo e que mostra o lado bom do mundo e das pessoas. Para tudo há uma saída e, onde quer que estejamos, sempre temos algo a oferecer, mesmo que seja um sorriso.

Em 1997 comecei a dar aula de teatro, nesse espaço comunitário, e para desenvolver um bom trabalho eu mesmo freqüentava algumas oficinas teatrais, tive um professor (Arthur Belloni) que me pediu contribuições na cenografia de uma peça que escreveu, atuou e dirigiu.
Em 2000 esta peça: Divertimentos em bequadro, foi selecionada para um festival internacional no Egito e eu fui como parte do grupo (cenógrafo e cenotécnico). Quando voltei de lá tomei uma decisão: “Quero fazer teatro!”. Eu e alguns colegas de curso de teatro nos reunimos e formalizamos um grupo: Cia. Onírica.
Desde 2001 apresentamos juntos vários espetáculos. Atualmente estamos montando um outro grupo: Grupo Blá Blá, voltado ao público infantil, a peça básica é a adaptação do meu primeiro livro infantil foi publicado: STRAY, O ESQUELETO PELADÃO – lançado pela Ícone editora, em 2004.
Formei-me (1995) em Desenho Industrial, pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, onde meus amigos me chamavam de Picolé. Neste curso pude aperfeiçoar uma de minhas maiores paixões: a arte da ilustração. Nunca parei de desenhar e tive a oportunidade de participar de projetos editoriais, promocionais e educacionais.
No decorrer do tempo, com o avanço das tecnologias, pude unir meu talento artístico às possibilidades da informática, e me aprimorei em desenvolver identidades visuais para diversos projetos culturais e empresariais.
Em fevereiro de 1996, sofri um acidente e fiquei em coma. Estava andando de bicicleta, veio um carro na contra-mão e pimba – atropelou-me! Fui para o hospital e acordei após vinte e cinco dias. Passaram mais uns quarenta dias e fui para casa... demoraram mais uns sessenta dias até eu começar a andar, mas ao meu lado estava sempre uma grande amiga que me ajudou muito (hoje é minha esposa). Eu e minha esposa, já nos conhecíamos de uma atividade voluntária em uma comunidade pobre.

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